Unidades de Conservação: Patrimônio Ecológico
O Estado de Rondônia possui uma área de 23-851.280,00 ha, do qual 14,52% destina-se ás Unidades de Conservação, podendo chegar a 16,67% com a efetivação das áreas propostas.
Atualmente o Estado conta com 52 Unidades de Conservação, sendo: 23 Reservas Extrativistas (1.209.145.25 há), 03 Estações Ecológicas (192.020,37 há), 07 Parques 669.079,62 há), 04 Reservas Biológicas (629.895,60 há), 13 Florestas (756280,86 ha). 0l Reserva Particular do Patrimônio Nacional (623.24 há), 0l Área de Proteção Ambiental 6.141.00 ha).
De acordo com o Projeto Lei n0 9.985, de 18 de junho de 2000 é considerada Unidade de Conservação o espaço territorial e seus recursos ambientais incluindo as águas jurisdicionais com características naturais relevantes, legalmente instituídos pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias de proteção.
Dentro deste contexto, as Unidades de Conservação dividem-se em dois grupos: 1) UNIDADES DE USO SUSTENTÁVEL tem por objetivo básico compatibilizar a conservação da natureza com ouso sustentável de parcela dos recursos naturais, ou seja, explorar o ambiente de maneira a garantir a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológicos, mantendo a biodiversidade e os demais atributos ecológicos, de forma socialmente justa e economicamente viável; e, 2) UNIDADES DE PROTEÇÃO INTEGRAL têm por objetivo básico preservar a natureza. sendo admitido apenas o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, manter os ecossistemas livres de alterações causadas por interferência humana. Admitindo apenas o uso indireto dos seus atributos naturais.
As Unidades de Conservação são de responsabilidade dos Governos Federais, Estaduais, Municipais ou de Domínio Particular, de acordo com o Decreto de criação das mesmas, possuindo o Estado: 03 (três) Unidades de Conservação Municipais. 41 (quarenta e um) Unidades de Conservação Estaduais, 07 (sete) Unidades de Conservação Federais e 01 (urna) Unidade de Conservação Particular.
De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação SNUC, as Categorias de Unidades do Conservação encontram-se assim conceituadas:
Estação Ecológica (proteção Integral): são unidades de conservação com amostras representativas de ecossistemas terrestres e/ou aquáticas; tendo corro objetivos básicos a preservação integral da Mota e demais atributos naturais nelas existentes, como também a realização de pesquisa científica básica e aplicada à educação;
Área do Proteção Ambiental - ApA (Uso Sustentável): é uma área em geral extensa, com um cedo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem estar das populações humanas, e tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais:
Floresta Nacional e Floresta de Rendimento Sustentado - FERS( Uso Sustentável): é uma área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas e tem por objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais, com ênfase em métodos para a exploração sustentável do florestas nativas, a pesquisa científica, a manutenção dos recursos hídricos, a educação e o ecoturismo;
Reserva Particular do Patrimônio Natural Estadual RPPN (Uso Sustentável): é uma área privada, gravada com perpetuidade, com objetivo de conservara diversidade biológica.
Reservas Extrativistas - RESEX (Uso Sustentável): é uma área utilizada por populações ex4rativistas tradicionais, cuja subsistência baseia-se no uso múltiplo dos recursos naturais, podendo praticar de forma complementar ao extrativismo, a agricultura de subsistência, sistemas agroflorestais, manejo florestal, criação de animais de pequeno porte (excepcionalmente de grande porte para subsistência); manejo de pesca e animais silvestres e prática do ecoturismo. Têm como objetivos básicos proteger os meios devida e a cultura dessas populações, assegurando o uso sustentável dos recursos naturais da unidade, a conservação da diversidade biológica e a manutenção dos recursos hídricos:
Parques Municipal/Estadual/Federal (Proteção Integral): são espaços terrestres ou aquáticos que têm como objetivos básicos a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e preservação ambiental. de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.
Reservas Biológicas - REBIO (Proteção Integral): são unidades de conservação destinadas á preservação integral da biota e demais atributos existentes em seus limites, sem interferência humana direta ou modificações ambientais a qualquer título, executando-se as medidas de recuperação de seus ecossistemas alterados e o manejo das espécies que o exijam. a fim de preservara diversidade biológica.
Rondônia, apresenta em algumas de suas Unidades de Conservação sobreposição de suas áreas, é o caso do Parque Nacional Pacaás Novos e da Reserva Biológica Guaporé que tem sobreposição com as Terras Indígenas Uru Eu Wau Wau e Massaco, respectivamente. Neste Caso, optou-se por não calcular a área do Parque Nacional Pacaás Novos por estar totalmente sobreposta pela Terra Indígena Uru Eu Wau Wau e, considerar-mos apenas a diferença das áreas,no caso da Rebio Guaporé.
Existe hoje. no IBAMA. proposta de criação de duas RESEX (Resex Barreiro das Antas e Resex Rio Cautário). uma Estação Ecológica (Estação Ecológica Aponiã), uma Reserva Biológica (Rebio Capitari), e um Parque Nacional (Parque Nacional Serra da Cutia
segunda-feira, 9 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
fonte de energia
Navegar: Home / Energia Alternativa / Fonte de energia e destino seguro aos dejetos de animais
Fonte de energia e destino seguro aos dejetos de animais
Por Marconi Vieira em 17 de dezembro 2010 -
RuimRegularBomMuito BomExcelente (Sem Votos Ainda)
Biogás pode ser utilizado como energia alternativa e o biofertilizante na agricultura
Curso de Construção e Operação de Biodigestores
A utilização de biodigestores pode diminuir os custos de produção e aumentar o lucro da propriedade
Atualmente, o aumento da população mundial requer do setor agropecuário maior produção de alimentos. Porém, inevitavelmente, o aumento dessa produção, seja de origem vegetal ou animal, resultará, também, numa maior produção de resíduos, os quais se tornarão um problema para o produtor, caso não recebam tratamento seguro.
Por isso, os sistemas modernos de produção devem buscar condições adequadas para dar destino seguro aos dejetos gerados. Essas ações inibem os riscos de contaminações e, ainda, agregam valor à atividade realizada na propriedade.
Um manejo integrado dos dejetos de animais poderá ser obtido, fazendo-se a reciclagem dos mesmos por meio da utilização de biodigestores, que são sistemas de fácil construção e operação. Após serem diluídos em água, os dejetos, colocados no interior dos biodigestores, sofrerão o processo de fermentação, promovida por bactérias que agem na ausência de oxigênio. Durante esse processo, ocorrerá no interior do biodigestor a transformação dos dejetos em biofertilizante com a liberação de um gás combustível (biogás), composto principalmente por metano.
O biogás produzido poderá ser utilizado em diversos equipamentos, como fogões, aquecedores para animais e outros equipamentos de queima direta, utilizados para acionar geradores de energia elétrica. Já o biofertilizante poderá ser utilizado na agricultura para adubação das culturas, uma vez que este apresenta uma considerável redução da carga orgânica poluente e dos organismos transmissores de doenças, existentes nos dejetos.
O curso “Construção e Operação de Biodigestores”, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, apresenta todas as informações necessárias para o bom funcionamento de um biodigestor, desde sua montagem ao uso do biogás e do biofertilizante. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo do professor Jorge de Lucas Júnior do departamento de engenharia rural da FCAV/UNESP – Jaboticabal, doutor em energia na agricultura e especialista em aproveitamento de resíduos.
Fonte de energia e destino seguro aos dejetos de animais
Por Marconi Vieira em 17 de dezembro 2010 -
RuimRegularBomMuito BomExcelente (Sem Votos Ainda)
Biogás pode ser utilizado como energia alternativa e o biofertilizante na agricultura
Curso de Construção e Operação de Biodigestores
A utilização de biodigestores pode diminuir os custos de produção e aumentar o lucro da propriedade
Atualmente, o aumento da população mundial requer do setor agropecuário maior produção de alimentos. Porém, inevitavelmente, o aumento dessa produção, seja de origem vegetal ou animal, resultará, também, numa maior produção de resíduos, os quais se tornarão um problema para o produtor, caso não recebam tratamento seguro.
Por isso, os sistemas modernos de produção devem buscar condições adequadas para dar destino seguro aos dejetos gerados. Essas ações inibem os riscos de contaminações e, ainda, agregam valor à atividade realizada na propriedade.
Um manejo integrado dos dejetos de animais poderá ser obtido, fazendo-se a reciclagem dos mesmos por meio da utilização de biodigestores, que são sistemas de fácil construção e operação. Após serem diluídos em água, os dejetos, colocados no interior dos biodigestores, sofrerão o processo de fermentação, promovida por bactérias que agem na ausência de oxigênio. Durante esse processo, ocorrerá no interior do biodigestor a transformação dos dejetos em biofertilizante com a liberação de um gás combustível (biogás), composto principalmente por metano.
O biogás produzido poderá ser utilizado em diversos equipamentos, como fogões, aquecedores para animais e outros equipamentos de queima direta, utilizados para acionar geradores de energia elétrica. Já o biofertilizante poderá ser utilizado na agricultura para adubação das culturas, uma vez que este apresenta uma considerável redução da carga orgânica poluente e dos organismos transmissores de doenças, existentes nos dejetos.
O curso “Construção e Operação de Biodigestores”, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, apresenta todas as informações necessárias para o bom funcionamento de um biodigestor, desde sua montagem ao uso do biogás e do biofertilizante. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo do professor Jorge de Lucas Júnior do departamento de engenharia rural da FCAV/UNESP – Jaboticabal, doutor em energia na agricultura e especialista em aproveitamento de resíduos.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O Ze agricultor e o meio ambiente
Carta do Zé agricultor para Luis da cidade.
Prezado Luis, quanto tempo.
Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.
Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis?
Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos ai da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis?
Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né ..) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
Depois que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.
Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande né?
Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.
Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.
Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do
Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.
Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.
Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
Até mais Luis.
Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.
Prezado Luis, quanto tempo.
Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.
Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis?
Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos ai da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis?
Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né ..) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
Depois que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.
Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande né?
Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.
Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.
Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do
Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.
Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.
Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
Até mais Luis.
Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
sábado, 30 de maio de 2009
assunto sobre ji parana
Foi falado muito sobre o desmatamento da Amazônia;
Entre setembro de 2006 e setembro de 2007, o aumento das queimadas em Rondônia oi de 602%.
De 24 deputados federais, apenas um nasceu em Rondônia;
De oito deputados federais, apenas um nasceu em Rondônia
15% de todo o dinheiro que circula pelo estado, e enviado pelo governo federal.
50.5% da população do estado de Rondônia e migrante.
População de Ji-Paraná: 107.707 habitantes.
Entre setembro de 2006 e setembro de 2007, o aumento das queimadas em Rondônia oi de 602%.
De 24 deputados federais, apenas um nasceu em Rondônia;
De oito deputados federais, apenas um nasceu em Rondônia
15% de todo o dinheiro que circula pelo estado, e enviado pelo governo federal.
50.5% da população do estado de Rondônia e migrante.
População de Ji-Paraná: 107.707 habitantes.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
paz
S o n h e . . . ♥
♥ ♥
♥ E c o n q u i s t e s e u s s o n h o s .♥
♥A c o r d e a c a d a a m a n h e c e r ,
♥ c o m a c e r t e z a d e q u e
t u d o p o d e r á a c o n t e c e r . . . "
♥
<>=<> O ♡
♡ (=“;“=)
♡ (..)♥(..) O
O (=),,,(=)
▄▃▄▃▄▂▄▂▇███▇▃▄▃▄▃▄▃▄▃
Que seus dias seja repleto
De muita paz, amor, luz,
Sabedoria e de muita harmonia.
Que os anjos lhe acompanhe sempre!
.*★ *. *..*.★.*★ *. *..*.★.*★ *. *..*.★
╱◥◣ ╱◥█◣
︱田︱田︱︱田︱田︱ ★.★ * ★..
.*★ *. *..*.★ * ★..
.*★ *. * Abra a janela do seu...
coração e deixe entrar por ela tudo
♥..♥ de mais lindo como...
♥..♥ AMOR
♥..♥
♥..♥ PAZ
♥..♥
♥..♥
♥..♥
♥..♥ AMIZADE
♥..♥ enfim tudo que venha tornar
vc extremamente feliz!!!!
Pois Deus te deu a vida e sua vida
tem que ser vivida sempre com toda...
♥..♥
♥..♥ FELICIDADE..
♥ ♥
♥ E c o n q u i s t e s e u s s o n h o s .♥
♥A c o r d e a c a d a a m a n h e c e r ,
♥ c o m a c e r t e z a d e q u e
t u d o p o d e r á a c o n t e c e r . . . "
♥
<>=<> O ♡
♡ (=“;“=)
♡ (..)♥(..) O
O (=),,,(=)
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Que seus dias seja repleto
De muita paz, amor, luz,
Sabedoria e de muita harmonia.
Que os anjos lhe acompanhe sempre!
.*★ *. *..*.★.*★ *. *..*.★.*★ *. *..*.★
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︱田︱田︱︱田︱田︱ ★.★ * ★..
.*★ *. *..*.★ * ★..
.*★ *. * Abra a janela do seu...
coração e deixe entrar por ela tudo
♥..♥ de mais lindo como...
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♥..♥ PAZ
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♥..♥ enfim tudo que venha tornar
vc extremamente feliz!!!!
Pois Deus te deu a vida e sua vida
tem que ser vivida sempre com toda...
♥..♥
♥..♥ FELICIDADE..
conheça ji-parana.
Em torno da casa de Rondon o povoado evoluiu. A partir de 1968, milhares de imigrantes vindos principalmente do Sul, liberados pelo uso da crescente mecanização na lavoura, chegaram á região. A terra farta os atraiu. O IBRA, atual INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, disciplinou a posse. Distribuiu lotes que não ultrapassam cem hectares cada um, medida considerada ideal pelos técnicos para a formação de pequenas propriedades. E a colonizadora responsável pela ocupação do solo ordenou o assentamento. Ji-Paraná conta com aproximadamente 130 mil habitantes vindos de todos os estados descendentes de antigos seringueiros, garimpeiros e índios.
A qualquer hora do dia pode-se encontrar pequenos grupos de silvícolas andando pela ruas. Porque as aldeias ficam bastante próximo da cidade. Aqui, vale apontar uma curiosidade: o município abrange uma área de quase 8 mil quilômetros quadrados. Desse total, mais de 30 por cento destinam –se à Reserva Biológica de Jaru. E um pouco menos que esse índice pertence á reserva indígena. Isso significa que mais da metade do município deve ser preservado. Em benefício da Natureza. Para a manutenção da família indígena. Além disso o Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis vigia para não se realizem desmatamento. O agricultor recebe orientação para plantar apenas em áreas desmatadas.
Apesar das dificuldades, a cidade cresce. Ela busca sua riqueza na exploração de madeiras nativas, como cerejeira, o mogno, o angelim, o ipê. Também na coleta de borracha e da castanha do pará.. A madeira farta facilita o surgimento da indústria moveleira para atender o mercado brasileiro. Na agricultura, predomina o plantio de arroz, feijão e milho. Em menor escala, café e cacau. Quando a produtividade do solo diminui, transformam-no em pastagens. Grandes fazendas criam de preferência o gado de corte. Aliás , o clima tropical, quente e úmido, com uma temperatura média anual em torno de 28 graus centígrados, favorece essa prática econômica. A riqueza manifesta-se ainda em um comércio bem desenvolvido. Em torno de 1.8 mil estabelecimento comerciais e industriais atendem praticamente a todas as necessidades dos habitantes da região. É comum encontrar pequenas empresas cujas placas a origem dos proprietários “Serralheria Paraná”, Elétrica Goiás”, Na área educacional os jovens encontram ensino para todos os níveis. Do primeiro ao terceiro graus. Merecem destaque as escolas rurais, de primeiro grau, por sinal , muito bem conservadas.
Significado do Nome
Ji-Paraná quer dizer “rio-machado”.
Aniversário da Cidade
11 de Outubro.
CARACTERÍSTICAS
Clima
Tropical, quente e úmido
Temperatura Média
24ºC
COMO CHEGAR
Localização
Município da Região Leste do Estado de Rondônia
Limites
Ao Norte: Vale do Anari, ao Sul: Presidente Médici e Ministro Andreazza, a Leste: Estado do Mato Grosso, a Oeste: Ouro Preto do Oeste, Vale do Paraíso, Theobroma, Urupá e Teixeirópolis.
Acesso Rodoviário
Partindo de Porto Velho: BR- 364 ( Rodovia Juscelino Kubitschek de Oliveira )
Distâncias
373 km da Capital.
TURISMO
Principais Pontos Turísticos
Prédio do Museu das Comunicações
Construção de 1912, deita pelo Marechal Rondon, serviu de base para a primeira estação teleférica. Posteriormente sediu os Correios e Telégrafos e, em 1985, foi restaurado para abrigar o Museu das Comunicaçoes.
Localização: Av. Marechal Rondon
Igreja de São Sebastião
Localização: Rua das Pedras, 299, Jardim
Igreja de São José
Localização: Rua Maringá, 749, Nova Brasília
Catedral Diocesana São João Bosco
Localização: Av. Marechal Rondon, 400, s. 01, Centro
Museu das Comunicações
Abriga a Galeria com a História do Município de Ji- Paraná.
Acervo: Instrumentos, Telégrafos utilizados por Ronron, correspondências expedidas e recebidas durante sua passagem pela região.
Localização: Av. Marechal Rondon c/ Travessa da Discórdia, Centro
Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 9:00h às 17:00h.
Casa do Artesão
Espaço cultural que promove exposições, cursos, oficinas em todos os gêneros de artes.
Teatro Municipal Dominguinhos
Teatro com capacidade para 280 espectadores.
Localização: Avenida Marechal Rondon, 295, Centro.
EVENTOS
Informações Úteis
Prefeitura Municipal de Ji-Paraná.
ji-parana@ji-parana.ro.gov.br
(69) 3416-4000
Rua Capitão Silvio, 600- Fone : (69) 3422-2233
CARTÓRIO DO REG. CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS
AV. MARECHAL RONDON, 537 - CENTRO
JI-PARANÁ-RO
TELEFONE: (69) 3421-1765
Créditos
Informações e fotos
Sites: www.ji-paraná.ro.gov.br
www.rondonia.ro.gov.br
www.bpw-brasil.org.br
www.iba.iag.usp.br
www.macamp.com.br
www.skyscrapercity.com
Foto colaboração: Marcos e Larissa. marcoselarissajp@hotmail.com
A qualquer hora do dia pode-se encontrar pequenos grupos de silvícolas andando pela ruas. Porque as aldeias ficam bastante próximo da cidade. Aqui, vale apontar uma curiosidade: o município abrange uma área de quase 8 mil quilômetros quadrados. Desse total, mais de 30 por cento destinam –se à Reserva Biológica de Jaru. E um pouco menos que esse índice pertence á reserva indígena. Isso significa que mais da metade do município deve ser preservado. Em benefício da Natureza. Para a manutenção da família indígena. Além disso o Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis vigia para não se realizem desmatamento. O agricultor recebe orientação para plantar apenas em áreas desmatadas.
Apesar das dificuldades, a cidade cresce. Ela busca sua riqueza na exploração de madeiras nativas, como cerejeira, o mogno, o angelim, o ipê. Também na coleta de borracha e da castanha do pará.. A madeira farta facilita o surgimento da indústria moveleira para atender o mercado brasileiro. Na agricultura, predomina o plantio de arroz, feijão e milho. Em menor escala, café e cacau. Quando a produtividade do solo diminui, transformam-no em pastagens. Grandes fazendas criam de preferência o gado de corte. Aliás , o clima tropical, quente e úmido, com uma temperatura média anual em torno de 28 graus centígrados, favorece essa prática econômica. A riqueza manifesta-se ainda em um comércio bem desenvolvido. Em torno de 1.8 mil estabelecimento comerciais e industriais atendem praticamente a todas as necessidades dos habitantes da região. É comum encontrar pequenas empresas cujas placas a origem dos proprietários “Serralheria Paraná”, Elétrica Goiás”, Na área educacional os jovens encontram ensino para todos os níveis. Do primeiro ao terceiro graus. Merecem destaque as escolas rurais, de primeiro grau, por sinal , muito bem conservadas.
Significado do Nome
Ji-Paraná quer dizer “rio-machado”.
Aniversário da Cidade
11 de Outubro.
CARACTERÍSTICAS
Clima
Tropical, quente e úmido
Temperatura Média
24ºC
COMO CHEGAR
Localização
Município da Região Leste do Estado de Rondônia
Limites
Ao Norte: Vale do Anari, ao Sul: Presidente Médici e Ministro Andreazza, a Leste: Estado do Mato Grosso, a Oeste: Ouro Preto do Oeste, Vale do Paraíso, Theobroma, Urupá e Teixeirópolis.
Acesso Rodoviário
Partindo de Porto Velho: BR- 364 ( Rodovia Juscelino Kubitschek de Oliveira )
Distâncias
373 km da Capital.
TURISMO
Principais Pontos Turísticos
Prédio do Museu das Comunicações
Construção de 1912, deita pelo Marechal Rondon, serviu de base para a primeira estação teleférica. Posteriormente sediu os Correios e Telégrafos e, em 1985, foi restaurado para abrigar o Museu das Comunicaçoes.
Localização: Av. Marechal Rondon
Igreja de São Sebastião
Localização: Rua das Pedras, 299, Jardim
Igreja de São José
Localização: Rua Maringá, 749, Nova Brasília
Catedral Diocesana São João Bosco
Localização: Av. Marechal Rondon, 400, s. 01, Centro
Museu das Comunicações
Abriga a Galeria com a História do Município de Ji- Paraná.
Acervo: Instrumentos, Telégrafos utilizados por Ronron, correspondências expedidas e recebidas durante sua passagem pela região.
Localização: Av. Marechal Rondon c/ Travessa da Discórdia, Centro
Funcionamento: 2ª a 6ª feira das 9:00h às 17:00h.
Casa do Artesão
Espaço cultural que promove exposições, cursos, oficinas em todos os gêneros de artes.
Teatro Municipal Dominguinhos
Teatro com capacidade para 280 espectadores.
Localização: Avenida Marechal Rondon, 295, Centro.
EVENTOS
Informações Úteis
Prefeitura Municipal de Ji-Paraná.
ji-parana@ji-parana.ro.gov.br
(69) 3416-4000
Rua Capitão Silvio, 600- Fone : (69) 3422-2233
CARTÓRIO DO REG. CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS
AV. MARECHAL RONDON, 537 - CENTRO
JI-PARANÁ-RO
TELEFONE: (69) 3421-1765
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